A Menina do Mar - opinião






A Menina do Mar, um livro rico


   A Menina do Mar, de Sophia de Mello Breyner Andresen é o meu livro preferido, porque é uma história divertida e tem uma lição de vida muito rica sobre a amizade.

   Um dia, um rapaz que vivia ao pé do mar, encontrou atrás de uma rocha uma menina muito pequenina, vinda do mar, e os seus amigos (um polvo, um caranguejo e um peixe). O menino começou a conversar com eles e ficaram todos amigos. Mais tarde, para que a Menina do Mar conhecesse a Terra, ele levou-lhe três coisas: uma caixa de fósforos, uma rosa e um copo de vinho. Eles combinaram que o rapaz levaria a menina a ver a Terra, mas os caranguejos da Raia (a rainha do mar) atacaram o rapaz e levaram-na. Quando ele acordou, já não havia lá ninguém, mas ele esperou dias e dias por ela. Porém, a menina do mar não apareceu. De repente, uma gaivota trouxe uma poção que fazia com que o rapaz pudesse andar debaixo do mar. Então ele bebeu-a e foi ter com ela agarrado a um golfinho. A partir desse momento, eles viveram para sempre no mar.

   Na minha opinião, este livro ensina-nos três coisas muito importantes. Em primeiro lugar, nunca devemos desistir de alguém. Se gostarmos muito dele, não devemos deixá-lo ir embora. Ora o rapaz nunca desistiu de encontrar a menina. Em segundo lugar, não devemos faltar ao respeito às pessoas. O rapaz faltou ao respeito à raia, porque a menina era a dançarina dela e ele queria ficar com a menina só para ele. Em terceiro lugar, mesmo pertencendo a mundos diferentes, podemos ser todos amigos.

    Eu gostei muito deste livro e aconselho todos os meus colegas a lerem-no, porque é engraçado e transmite-nos vários ensinamentos para a vida.



Rodrigo Almeida, 5ºA (texto elaborado no último teste de Português)
Fotografia (JM): Casa da Praia da Granja, onde Sophia de Mello Breyner escreveu A Menina do Mar
  
  

Viagem a Lisboa




   Para terminar o ano letivo de 2016/17, no dia 6 de junho alunos do 9ºC e Vocacional visitaram a cidade de Lisboa para aprofundar alguns dos temas estudados nas disciplinas de português, história e cerâmica.


   Acompanhados pelas professoras Ermelinda Alves e Rosário Abranches, e cheios de sono, pois levantaram-se cedíssimo para percorrer vários quilómetros de comboio, visitaram a exposição SOS – Azulejo, na sede da Policia Judiciária, onde puderam aprender mais sobre este tão importante projeto (do qual a Universidade de Aveiro é parceira) para a preservação da azulejaria portuguesa, que é tão maltratada nas ruas do nosso país.


   Seguiram depois para o Mosteiro dos Jerónimos, mandado edificar por D. Manuel I, onde puderam admirar as sepulturas do poeta Camões e do navegador Vasco da Gama, o claustro e a igreja. Declarado Património Mundial da Unesco em 1983, este monumento de estilo manuelino exibe uma profusão de elementos religiosos, náuticos e régios.


Por fim, no Padrão dos Descobrimentos (edificado em 1940 para a Exposição do Mundo Português) ouviram uma palestra sobre a simbologia deste monumento e as personagens nele representadas.    




   Do cimo puderam apreciar uma vista fantástica da ponte 25 de abril, do rio Tejo, e de toda a cidade de Lisboa. 


   Depois de terem aproveitado bastante todos os momentos deste dia tão cansativo, de terem usado meios de transporte tão diferentes do habitual (comboio, metro, elétrico e autocarro) e provado um dos afamados pastéis de Belém e uma bebida no famoso café Starbucks, regressaram a Aveiro levando consigo  alguns presentes e muitas memórias.





Texto: Sarah Bonfim 9ºC
Fotos: Prof.ª Ermelinda Alves e Shangyi Sun

1 de junho: Dia Mundial Da Criança



  

No Dia Mundial da Criança, pensa-se nos milhões de crianças que continuam a sofrer de maus tratos, doenças, fome e discriminações (“discriminar” significa pôr alguém de lado por ser diferente).

Tudo começou logo depois da 2ª Guerra Mundial, em 1945. Muitos países da Europa, do Médio Oriente e a China entraram em crise, ou seja, não tinham boas condições de vida. As crianças desses países viviam muito mal, porque não havia comida e os pais estavam mais preocupados em voltar à sua vida normal do que com a educação dos filhos.

Como não tinham dinheiro, muitos pais tiravam os filhos da escola e punham-nos a trabalhar, às vezes, durante muitas horas e a fazer tarefas muito duras.

Em 1950, a Federação Democrática Internacional das Mulheres propôs às Nações Unidas que se criasse um dia dedicado às crianças de todo o mundo.

Este dia foi comemorado pela primeira vez logo no dia 1 de Junho desse ano! 
Com a criação deste dia, os estados-membros das Nações Unidas reconheceram às crianças, independentemente da raça, cor, sexo, religião e origem nacional ou social, o direito a:

               - afeto, amor e compreensão;
- alimentação adequada;
- cuidados médicos;
- educação gratuita;
- proteção contra todas as formas de exploração;
- crescer num clima de Paz e Fraternidade universais.

           Esta declaração é tão importante, que em 1990 se tornou lei internacional!



Texto: André Sacchetti, 5F


Fotografia: Jornal Moliceiro

"Biologia na noite" no Centro Cultural e de Congressos


28 de maio: Dia mundial do brincar








O Dia Mundial do Brincar é celebrado no dia 28 de maio e é comemorado  em mais de 25 países (incluindo Portugal).


Este dia serve para lembrar a todas as pessoas que brincar é um direito, como diz no artigo 31º da convenção dos direitos da criança da O.N.U. (Organização das Nações Unidas). Brincar é também uma fonte de alegria e é essencial para o bom desenvolvimento do ser humano, nomeadamente porque dá saúde mental e física. Brincar faz-nos divertir, conviver, explorar…



Apesar de brincar ser uma das atividades principais das crianças, é frequentemente desprezada pelos pais. No entanto, o Dia Mundial do Brincar tem como princípio que brincar não tem idade, hora, nem local.




Na nossa sociedade, o brincar também foi aproveitado a nível comercial, por exemplo com o crescimento de videojogos ou aplicações digitais atualmente, sendo que estes não favorecem a criatividade e até criam dependências, o que vai contra o espírito de brincar!




Em Vagos, perto de Aveiro, existe um interessantíssimo Museu do Brincar. O Jornal Moliceiro aconselha uma visita ao sítio na Internet e ao próprio Museu.




Texto: Afonso Mendes, Alex Valente e Miguel Valente, Clube de Jornalismo

Fotografias: Alunos do Clube de Jornalismo de 2014/2015